sábado, 16 de maio de 2015

POIS É!!!!!!!


Pré-sal produz 800 mil barris por dia e bate novo recorde



Produção nas bacias de Santos e Campos foi atingida oito anos após primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, em 2006

Por Redação

Apenas oito anos depois da primeira descoberta de petróleo na camada de pré-sal, em 2006, a Petrobras bateu novo recorde na extração de petróleo nas bacias de Santos e Campos, atingindo a marca de 800 mil barris por dia. Desse volume, cerca de 74% (590 mil) correspondem à parcela da companhia e o restante à das empresas parceiras nas áreas de produção da camada pré-sal.
A produção recorde, registrada em abril, levou menos tempo do que o necessário para se chegar ao mesmo patamar em outras áreas de produção marítima. Para que a Petrobras alcançasse, no Brasil, a produção de petróleo de 800 mil barris por dia foram necessários 40 anos, com a instalação de 6.374 poços. Na Bacia de Campos, esse mesmo volume de produção foi alcançado em 24 anos, com 423 poços.
A nova marca foi obtida na camada pré-sal por meio de 39 poços produtores. Desses poços, 20 estão localizados na Bacia de Santos, que responde por 64% da produção (511 mil barris por dia). Os demais 19 poços estão localizados na Bacia de Campos e respondem por 36% da produção (291 mil barris por dia).

Tecnologia

Para que se chegasse a esse patamar de produção, foi fundamental a utilização da tecnologia de sistema de produção antecipada instalado no campo de Búzios em março deste ano, por meio do navio-plataforma Dynamic Producer. O sistema foi a primeira produção de petróleo e gás de longa duração na área da chamada Cessão Onerosa.
Além desse sistema, também contribuiu o início da produção da plataforma P-20, na camada pré-sal, no campo de Marlim na Bacia de Campos, que será importante para futuros incrementos da produção na área.

Com informações da Agência Petrobrás


Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/05/pre-sal-produz-800-mil-barris-por-dia-e.html#ixzz3aIBloCtf

quinta-feira, 14 de maio de 2015

JEITO PSDB DE GOVERNAR

Alckmin altera lei para diminuir recursos de universidades



O governador Geraldo Alckmin (PSDB) fez uma alteração na legislação para poder retirar recursos da Unicamp e das outras universidades paulistas como USP e Unesp

Por Redação

A mudança do governador está no PL (Projeto de Lei) 587, que define a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2016, enviado para a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e publicado no Diário Oficial do Estado, ironicamente, no Dia Internacional do Trabalho, 1° de Maio.
Ao mudar, no Artigo 4°, a expressão “no mínimo” – como constava desde 1.989 quando foram definidas as bases da autonomia universitária – para “no máximo”, como proposto agora, Alckmin agora poderá reduzir o valor repassado para as universidades.
De acordo com o novo texto do artigo 4º, os valores dos orçamentos das universidades estaduais serão fixados na proposta orçamentária do estado para 2016, devendo as liberações mensais de recursos do Tesouro respeitar, no máximo, o percentual global de 9,57% da arrecadação do ICMS-Quota Parte do Estado (QPE), no mês de referência.
Com a mudança da expressão, o governador poderá repassar para as universidades o montante que bem entender do percentual do ICMS, até no máximo 9,57%, que atualmente era o mínimo do repasse autorizado por lei.
Para a Associação dos Docentes da Unicamp (Adunicamp), a mudança retira das mãos das universidades todo o poder de planejar a gestão de seus recursos com base nas previsões de arrecadação do ICMS. “O PL mostra a extensão do ataque à autonomia das universidades estaduais paulistas e aprofunda o seu desmonte – como já havia tentado o também tucano José Serra, em 2007, quando estava à frente do governo paulista. Com isso, tenta reduzir ainda mais os recursos para universidades, num momento em que nossas entidades lutam pelo aumento deste repasse, uma vez que até o governo Alckmin sabe muito bem que os atuais 9,57% são insuficientes para garantir a qualidade do ensino”, diz nota da Adunicamp.
Para a entidade, a redução vai acelerar o desmonte, que já vem sendo realizado pelo governo paulista, da capacidade instalada – de enorme importância para o país – das unidades de ensino e pesquisa da Unicamp, Unesp e USP. “A isso se soma uma promessa feita em 2005 pelo governador Alckmin, mas até hoje não cumprida, de repassar mais 0,05% e 0,07% por ano à Unicamp e à USP, respectivamente, pela incorporação de dois novos campi no interior paulista. A Unicamp criou o campus de Limeira, inaugurado em 2009, e a USP incorporou o campus de Lorena, onde já funcionava a faculdade estadual da EEL (Escola de Engenharia de Lorena)”, anota.
Os novos recursos, prometidos em 2005 em acordo assinado pelo governador Alckmin, tinham o objetivo de custear o funcionamento das duas novas unidades. Esses recursos nunca foram repassados e, hoje, o campus de Limeira tem 2,4 mil alunos e a EEL 1,5 mil.


Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/05/alckmin-altera-lei-para-diminuir.html#ixzz3a6YANbvz

PALMAS AOS DEPUTADOS


Câmara aprova mudanças no fator previdenciário




A alteração aprovada na Câmara permite que a mulher se aposente de forma integral quando a sua idade e tempo de contribuição somados cheguem a 85 anos. No caso dos homens, a soma entre idade e tempo de contribuição deve ser de 95 anos

Por Redação

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou destaque do PTB à Medida Provisória 664/14 que altera regras do fator previdenciário. A alteração aprovada na Câmara permite que a mulher se aposente de forma integral quando a sua idade e tempo de contribuição somados cheguem a 85 anos. No caso dos homens, a soma entre idade e tempo de contribuição deve ser de 95 anos. Com essa regra, a aposentadoria seria integral em relação ao salário-de-contribuição. Medida ainda passará pelo Senado.
Para os professores, haveria diminuição de 10 anos em relação a esses parâmetros. A medida foi aprovada por 232 votos a 210 e 2 abstenções e representa a primeira grande derrota do governo nas votações sobre o ajuste fiscal.
Os deputados do PT chegaram a pedir um prazo de 180 dias para apresentar uma alternativa às mudanças no fator previdenciário. O líder da sigla, deputado Sibá Machado (AC), fez um apelo à base para seguir a orientação do vice-presidente da República e coordenador político do governo, Michel Temer, contra a emenda. “Queria insistir no acordo na residência oficial de Michel Temer que rejeitaríamos essa emenda e vamos pedir para o governo instalar a comissão especial para analisar a causa”, disse.
O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), chegou a falar que o autor da emenda, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), coordenaria um grupo de discussão se a emenda fosse retirada. “Hoje votaremos ‘não’ com o compromisso de, em 180 dias, substituirmos o fator previdenciário.”
Faria de Sá manteve a emenda. Ele disse que quer achar uma alternativa para o fator previdenciário. “A emenda não tem nenhuma mágica ou mistério, é uma soma matemática que vai permitir uma porta de saída. O fator rouba 40% da previdência do homem e 50% da previdência da mulher”, declarou.
Segundo o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), seria a hora de os deputados do PT se “redimirem” em relação às críticas ao fator previdenciário. “Faço um chamamento aos deputados do PT. Eles pregaram tanto contra o fator previdenciário que chegou a hora de se redimirem”, afirmou.

Com informações da Agência Câmara
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Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/05/camara-aprova-mudancas-no-fator.html#ixzz3a6Whv8kH

sexta-feira, 1 de maio de 2015

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

1 maio 2015FULEIRAGEM

SAMUCA – DIÁRIO DE PERNAMBUCO

AUTO_samuca

REFERENDANDO OS VOTOS DE QUEM ACREDITOU NELA!!!

01/05/2015 11h34 - Atualizado em 01/05/2015 13h27

Em nova mensagem de 1º de Maio, Dilma critica terceirização irrestrita

Para presidente, é preciso diferenciar atividade-fim de atividade-meio.
Medida foi aprovada na Câmara dos Deputados e agora tramita no Senado.

Do G1, em Brasília
Em um novo vídeo divulgado no perfil do Palácio do Planalto no Facebook por ocasião do Dia do Trabalho, a presidente Dilma Rousseff voltou a defender nesta sexta-feira (1º) a regulamentação do trabalho terceirizado no Brasil, mas não de forma irrestrita, como aprovada na Câmara dos Deputados. O projeto tramita agora no Senado.
A presidente repetiu o tom do discurso usado em uma reunião com representantes de centrais sindicais na quinta-feira (30), em que destacou a importância de diferenciar atividade-fim (atividade principal da empresa) e atividade-meio.
 
O projeto aprovado na Câmara autoriza a contratação de trabalhadores terceirizados para atuar na atividade-fim. Pelas regras atuais, é possível contratar somente para as atividades-meio. Ou seja, uma universidade particular pode contratar de uma empresa terceirizada profissionais de limpeza e de segurança, mas não professores.
"É preciso assegurar ao trabalhador a garantia dos direitos conquistados nas negociações salariais, é preciso proteger a previdência social da perda de recursos e, assim, garantir a sua sustentabilidade. O meu governo tem o compromisso de manter os direitos e as garantias dos trabalhadores", disse.
A limitação das terceirizações à atividade-meio era uma das principais bandeiras do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), que nas últimas semanas lançaram campanhas nas ruas e redes sociais contra o projeto.
Salário mínimo
Na primeira mensagem divulgada nas redes sociais, Dilma defendeu a política de seu governo para valorização do salário mínimo. No vídeo, Dilma cita medida que enviou ao Congresso para garantir valorização, nos próximos anos, do salário mínimo, que hoje é de R$ 788.
"Nos últimos 13 anos, o Dia do Trabalho tem sido uma data para avaliar e celebrar as vitórias da classe trabalhadora. A valorização do salário mínimo é uma das maiores conquistas desse período. Em março deste ano eu encaminhei ao Congresso uma Medida Provisória  que garante a política de valorização do salário mínimo até 2019. Por lei, vamos assegurar o aumento do poder de compra do trabalhador", afirmou a presidente.
Manifestações
Na última mensagem divulgada pelo Palácio do Planalto nas redes sociais, Dilma defendeu o "diálogo franco" para construir consensos e evitar violência em protestos. Segundo a presidente,  vivemos em uma democracia e, por isso, temos de "nos acostumar" com as manifestações e as vozes das ruas.

"O Brasil vive hoje em plena democracia. Por isso, temos de nos acostumar às vozes das ruas, aos pleitos dos trabalhadores. Temos que reconhecer como legítimas as reivindicações de todos os segmentos sociais da nossa população. Temos que nos acostumar a fazer isso sem violência e sem repressão. Para isso, nada melhor do que o diálogo franco e transparente entre o governo e a sociedade.", afirma Dilma na mensagem.

"Queremos por meio do diálogo construir consensos, evitando a violência e respeitando o direito de opinião e de manifestação", conclui a presidente.

FIQUE ALERTA!!!!

Câmara dos Deputados aprova suspensão de transferência de iluminação pública a prefeituras

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A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (28), o projeto de decreto legislativo suspendendo o artigo 13 da resolução da normativa nº 479/2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que transferia para as prefeituras a responsabilidade pela iluminação pública – incluindo implantação, expansão, operação e manutenção.
Com a decisão dos deputados, a administração da iluminação pública segue como atribuição das distribuidoras de energia. O projeto segue agora para o Senado, onde pode sofrer alterações.
Segundo a Aneel, 646 municípios no país ainda não tinham assumido a gestão dos ativos de iluminação pública locais, ou 10,6% dos 5.564 municípios brasileiros. O estado de São Paulo lidera o ranking de municípios que descumprem a resolução da Aneel, com 225 cidades. Na sequência aparecem Pernambuco, com 146 municípios, e o Ceará, com 134.
A Aneel estabeleceu que a gestão dos ativos de iluminação pública fosse transferida das distribuidoras de energia para a administração municipal em setembro de 2010. O prazo inicial, contudo, foi prorrogado duas vezes, a primeira em 31 de janeiro de 2014 e a segunda em 31 de dezembro do ano passado.

BETO HITLER

Todo Governo Tucano

É corrupto e Traidor

Não Respeita a Família

Odeia Trabalhador

Persegue a Classe mais Pobre

E Agride o Professor
(Josa Rabelo)


30 abril 2015DEU NO JORNAL

O QUE ENSINA A PANCADARIA PROMOVIDA PELA POLÍCIA DE BETO RICHA

ricardo noblat
CNF
Os policiais militares destacados, ontem, para garantir o funcionamento da Assembleia Legislativa do Paraná agiram em legítima defesa de suas vidas, disse o governador Beto Richa (PSDB).
E quem agiu em defesa da vida de quase 20 mil manifestantes, a maioria deles professores, que protestavam contra um projeto do governo que mudou as regras da previdência social dos servidores públicos?
É tarefa ou não da polícia garantir a liberdade de expressão dos cidadãos e reagir com moderação quando provocada por uma minoria? Sim, porque a se acreditar no próprio Richa, foi uma minoria que provocou a polícia.
Richa falou da ação de black blocs. Culpou-os pela violência que atingiu, pelo menos, 213 pessoas, segundo a prefeitura de Curitiba. Mas na hora do vamos ver, comentou que a polícia prendeu sete black blocs.
Não se referiu a mais do que sete. Se havia mais por que a polícia só prendeu sete? Ela foi capaz de ferir 213 pessoas, oito delas gravemente, mas só prendeu sete vândalos. Ora, que polícia é essa?
Usou cachorros para que mordessem manifestantes; balas de borracha, já descartadas por outros governos estaduais; e bombas de gás lacrimogêneo atiradas, inclusive, de helicóptero.
Por que repressão tão descabida? Tão desproporcional? Para conter a sanha de sete black blocs? De jovens desarmados e de gente idosa? De pessoas que até se locomoviam em cadeiras de roda?
Ao manifestar sua solidariedade aos policiais autores de violência tão estúpida, Richa se revelou um líder político, no mínimo, estúpido. Durante entrevista de 14 minutos, tentou justificar o injustificável.
Só conseguiu ser repetitivo. Confuso. Contraditório. Muito aquém das exigências do cargo que ocupa. Admitiu, por exemplo, que a violência produziu “cenas chocantes, indefensáveis”. Para encaixar de imediato:
- A PM reagiu para preservar sua integridade.
Claramente na defensiva, afirmou tolamente que pôs em risco sua popularidade para defender a ordem pública, “obrigação de qualquer governante”. E daí?
A essa altura, quem, além dele, está interessado no risco que sua popularidade correu? Ou ainda corre?
O que houve em Curitiba reforça a suspeita de que governadores do PSDB parecem ter uma especial dificuldade para lidar com manifestações de rua.
Foi assim também em São Paulo quando da inauguração da jornada de junho de 2013.